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Mostrando postagens de Maio, 2017

CQ! É dia de crônica! ;)

Estas últimas semanas vieram recheadas de assuntos para a CQ! E hoje eu trago uma crônica bacana, engraçada, mas ainda assim com aquele adoçante de revolta. Todo mundo já viu e soube do "caso das mochilas de Jequié". O mais novo meme da internet.  Aquela velha história né amigos, o governo cumpre, o governo dá, o governo faz. Mas, se cumpre, dá e faz do jeito certo... Bem, boa crônica à vocês.

Leia a crônica >> "Nem Milão tem moda igual a Jequié!"

Resenha: "505" de Bella Prudêncio

Eis que estava eu, em minhas redes sociais quando a Bella, antiga capista das minhas histórias no FOBS, postou em sua página "alguém interessado em resenhar meu conto?".
Quem me conhece sabe que eu nunquinha da Silva iria negar uma leitura! Fui lá, comentei, chamei no chat e disse: "bonita, eu quero, eu quero, me escolhe por favorzinho, nunca te pedi nada"! Ok. Não foi assim tão apelativo. 
O fato é que, eu li o conto e trago agorinha para vocês, o meu parecer da experiência. Antes de começar, gostaria de dizer que a história dela está disponível no site wattpad (não sei por quanto tempo). Basta entrar em www.wattpad.com e pesquisar "505" ou o nome da bonita, que aparecerá o perfil dela e suas obras. 
(Aconselho lerem também Sebastian). Mas vamos lá!
505 retrata um romance entre Daniela e Chris. Ambos vizinhos de apartamento. Chris toca em uma banda famosa, e Dani desconhece não somente este fato, quanto ao próprio vizinho.  E como eles chagam um ao outro…

Se você não tem tempo de fazer o que ama, o que você está fazendo?

Esta semana eu estava atribulada de afazeres acumulados. E todos referentes ao que eu amo: escrever. Projetos literários para atualizar, organizações do blog pendentes e uma pilha de códigos HTML para mexer... Enfim, muita coisa.  E aí numa conversa com uma amiga eu disse "eu não tenho tido tempo de fazer o que eu amo desde que estive na faculdade".  E aí eu parei para pensar.  E a Liz, minha amiga, também desabafava a mesma coisa: como a faculdade consome o tempo que outrora estaríamos gastando com atividades realmente prazerosas. Atividades realmente prazerosas.  Atividades realmente prazerosas?  Calma aí, o que eu estou fazendo? O que você está fazendo? Para quê estamos numa faculdade - e vamos concordar que demos um duro para estar lá - que nos consome a autoestima, alegria e prazer?  Mano, eu não sei se hoje é realmente imprescindível fazer faculdade. Aqui em casa, eu sou a primeira da família a entrar na universidade pública. E vivo me perguntando se eu realmente mereço …

Miley, você voltou para a luz! :D

Vocês já devem saber que Miley Cyrus está de volta em uma fase mais cleande sua carreira. A cantora lançou recentemente o single"Malibu", romântica e inspirada no noivo, - o *gatíssimo- Liam Hamsworth. Dizendo adeus à sua fase rebelde, a cantora e atriz retoma suas raízescountry. Eu fiquei absurdamente feliz com a notícia.
Eu sempre achei a Miley talentosa, e sempre gostei de suas músicas, mas, achava um tanto quanto terrível a forma apelativa de exibição em sua carreira. Ecountryé countryné mores! Há quem não goste, deteste. Há quem não conheça. Há quem não fede e nem cheira. Mas há, aqueles que como eu, esperavam ansiosos o momento em que Miley iria acordar e voltar a ser o orgulho do papai Billy Ray Cyrus. Eles compuseram músicas juntos, e sempre tiveram na música e no country um elo de afeto, intimidade e amizade.  Então sabe-se lá o que aconteceu, mas creio que o fim do ciclo"Hannah Montana"tenha mexido com os sentimentos da Miley.
Todo mundo tem suas fases. Ora rom…

CQ! Crônica do dia ;)

A crônica de hoje, caros leitores já está disponível na Café Quente!  Clique para ler >> "Idosos com sem% de desconto"
Boa leitura e até a próxima!

Nova história: SEMIAPAGADOS, por Ray Dias.

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Prece de uma filha em despedida

É bem verdade que a coragem não falta e que é o estímulo para tudo isso, mas o que assusta não é saber sua sorte ou as desvantagens entre os perigos.
Eu peço a Deus que me abençoe, sabedoria e mansidão divina. Olhos abertos e ouvidos atentos, que eu não me esqueça de calar ainda.
A cada passo segue em frente, Pai,  ao lado anjos e a mãe Santíssima, não desampare e trazei a força e paz  que eu necessitar nos dias.
Eu ando nas pegadas de meus pais, felicidade encontrarei um dia,  sob os conselhos árduos de minha mãe e a mão tão sábia que afaga o rosto da menina.
Meu pai tão forte trilhou seu caminho, entre os espinhos e rosas da vida. Assim como ele, eu trilho também o meu, com a mesma gana de ser alguém um dia.
Então suplico à Deus misericórdia,  chuva de bençãos e a luz divina. Para acender todos os meus caminhos, na longa caminhada da minha vida.

De um domingo novo...

Passei um domingo sozinha. Completamente só, de amigos, parentes ou qualquer outro humano. Fizeram-me companhia vultos de sonhos não vividos, guardados, ocultos, e ainda sonhados. Um grande tempo passei deitada a olhar o teto pensando em quais os próximos passos a dar, se devo dá-los ou apenas parar. Pisquei três vezes e forcei um sorriso. Daqueles que desaprendi a sorrir. E saiu algo torto, cômico ainda que sombrio. No entanto esse esboço de ação moveu um pouquinho da esperança que restou dentro de mim, a mudar de novo. Impulsionar de novo alguns gestos de remo contrário. Afinal, lutando ou estando na inércia viver continua sendo doloroso. Então que se viva essa dor, pelo menos com dignidade.

Das pequenas reconciliações

Ele bateu à minha porta. Eu abri. Ficou parado me encarando por um tempo. Coçou a nuca, olhou para a porta do apartamento vizinho. Abriu a boca num gesto de balbuciar algo. Ele não tinha voz. Colocou as mãos nos bolsos da frente da calça. Eu continuei parada o encarando e pensando em fechar a porta, logo. Voltar aos meus afazeres noturnos de sentar e escrever versos. Em choque, inesperada visita aquela. Um fio de esperança de ouvir algo, qualquer coisa, apenas pra eu poder dizer “fica”. Então depois de um tempo ali, sem gestos, sem vozes, sem nexo, eu lancei meu olhar ao chão seguido de profundo suspiro. Quando o encarei de novo, decepcionada, o olhar dele apresentava um misto de súplica e dor. Fracasso. Ele sabia do fracasso. Então, eu fechei a porta. Mas algo me impediu. Ele segurava-a com o pé. Abri novamente. Ele repetiu o balbuciar sem som e me estendeu a mão esquerda como quem diz: “Vamos, me ajude a acabar com isso…”. Ignorei. E já furiosa, no repente que fiz de bater com aquel…